"Oi?"
E tudo começou numa noite , na internet.
Ele, ficava cada vez mais maravilhado com o que via. Entrava na internet haviam apenas 6 meses, talvez menos.
Ela, ah, sobre ela? Nada se sabia, ao certo.
Ele nunca teve facilidade pra falar com garotas. Talvez por ser extremamente tímido. Não era pouco timido, até mesmo na internet tinha medo de falar com as garotas.
Mas veja só menino, deixa de besteira! Ela não te vê, você não a vê.
Até que certo dia ela entrou no mesmo canal que ele.
Não mencionei, mas ele entrava em bate papos a mais ou menos 4 meses. Um amigo o mostrou, ele simplesmente se impressionou com tudo aquilo. Como a grande maioria dos vícios no começo, era mágico. O satisfazia. Talvez se sentisse mais perto do mundo com essa máquina que pode fazer com que cada um monte a sua própria personalidade.
Ele olhava para o nick dela, tinha vontade de conversar, mas tinha medo. Ora, mas medo de que? Medo de que ela visse que você abria a janela de conversação, digitasse alguma coisa e logo apagasse, com medo de que ela visse algo e que acabasse por responder?
Ah, como era tímido. E essa timidez por vezes se transformava em ingenuidade. E medo.
E tudo começou numa noite , na internet.
Ele, ficava cada vez mais maravilhado com o que via. Entrava na internet haviam apenas 6 meses, talvez menos.
Ela, ah, sobre ela? Nada se sabia, ao certo.
Ele nunca teve facilidade pra falar com garotas. Talvez por ser extremamente tímido. Não era pouco timido, até mesmo na internet tinha medo de falar com as garotas.
Mas veja só menino, deixa de besteira! Ela não te vê, você não a vê.
Até que certo dia ela entrou no mesmo canal que ele.
Não mencionei, mas ele entrava em bate papos a mais ou menos 4 meses. Um amigo o mostrou, ele simplesmente se impressionou com tudo aquilo. Como a grande maioria dos vícios no começo, era mágico. O satisfazia. Talvez se sentisse mais perto do mundo com essa máquina que pode fazer com que cada um monte a sua própria personalidade.
Ele olhava para o nick dela, tinha vontade de conversar, mas tinha medo. Ora, mas medo de que? Medo de que ela visse que você abria a janela de conversação, digitasse alguma coisa e logo apagasse, com medo de que ela visse algo e que acabasse por responder?
Ah, como era tímido. E essa timidez por vezes se transformava em ingenuidade. E medo.
Continua...
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