"Os opostos se atraem." Esta máxima já foi muito defendida e reprovada. Muita gente procura relacionar-se com pessoas bem iguais, outras, com pessoas muito diferentes, para funcionarem como elementos complementares.
E isso vêm a ser uma alma gêmea. E alma gêmea não tem nada a ver com uma alma "igualzinha à da gente". Alma gêmea é simplesmente o que cada um procura como um ideal em uma pessoa.
E basta que uma alma nos tangencie nos pontos mais sensíveis - os que consideramos constitutivos de nossa personalidade - para dizermos que ela é nossa alma gêmea.Muita gente que se conhece e se identifica pela similaridade mútua entre suas personalidades descobrem, com o passar do tempo, a limitação desta identidade. E aqueles que se conhecem atraídos pelas diferenças, surpreendem-se adiante, por serem tão mais semelhantes do que imaginavam.
O mecanismo é óbvio. Na hora da escolha, aquilo que mais nos atrai no outro nos torna cegos para o resto. E isso é a paixão.
Gradativamente, porém , recuperamos a visão, nosso olhar se faz mais abrangente e passamos a ver nosso parceiro em sua totalidade. E isso é o amor.
O que acontece é uma pequena decisão: a avaliação da comodidade em escolher um parceiro parecido ou diferente de nós.
O risco está em escolher alguém, seja quem for. Mas é um daqueles riscos que vale a pena correr, assim como todos os dias escolhemos o risco de viver.
O ideal seria escolher alguém, não pelo que é em relação a nós, mas pelo que é em relação a si mesmo. Teoricamente fica muito bom e perfeito. Já na prática ficas impossível. Impossível pela simples razão do outro não ser o seu espelho.
Mas uma coisa é inquestionável: seja qual for a escolha, não faça às custas da individualidade. Individualidade não serve para casais, vira egocentrismo e nada pior para desgastar abuptamente uma vida em comum.
E isso vêm a ser uma alma gêmea. E alma gêmea não tem nada a ver com uma alma "igualzinha à da gente". Alma gêmea é simplesmente o que cada um procura como um ideal em uma pessoa.
E basta que uma alma nos tangencie nos pontos mais sensíveis - os que consideramos constitutivos de nossa personalidade - para dizermos que ela é nossa alma gêmea.Muita gente que se conhece e se identifica pela similaridade mútua entre suas personalidades descobrem, com o passar do tempo, a limitação desta identidade. E aqueles que se conhecem atraídos pelas diferenças, surpreendem-se adiante, por serem tão mais semelhantes do que imaginavam.
O mecanismo é óbvio. Na hora da escolha, aquilo que mais nos atrai no outro nos torna cegos para o resto. E isso é a paixão.
Gradativamente, porém , recuperamos a visão, nosso olhar se faz mais abrangente e passamos a ver nosso parceiro em sua totalidade. E isso é o amor.
O que acontece é uma pequena decisão: a avaliação da comodidade em escolher um parceiro parecido ou diferente de nós.
O risco está em escolher alguém, seja quem for. Mas é um daqueles riscos que vale a pena correr, assim como todos os dias escolhemos o risco de viver.
O ideal seria escolher alguém, não pelo que é em relação a nós, mas pelo que é em relação a si mesmo. Teoricamente fica muito bom e perfeito. Já na prática ficas impossível. Impossível pela simples razão do outro não ser o seu espelho.
Mas uma coisa é inquestionável: seja qual for a escolha, não faça às custas da individualidade. Individualidade não serve para casais, vira egocentrismo e nada pior para desgastar abuptamente uma vida em comum.
» Postar um comentário