das incertezas afins
Ele gostava de experimentar aquilo tudo. Algo novo, fascinante pra ele. Sentia que ali morava uma grande oportunidade de felicidade, para ambas as partes. Mas tinha medo. Medo de cair naquela mesmice habitual, tediosa. Medo de se tornar, mesmo se falando todos os dias, mais um conhecido que passa e não passa do "olá". Talvez esse medo todo não fosse real. "Nem sempre os nossos maiores temores são realmente temerosos", ouviu em algum lugar de sua mente.
Pensava, pensava, pensava. Escrevia pois, dessa forma, conseguia externar parte desse monte de informação desconexa que se processava na sua mente. Processar os medos e transformá-los em força pra continuar no mesmo pique. Ele não queria cair no marasmo e no lugar comum, e tirar essa "mágica" que cercava a conversa. Naquele momento apenas pensava em, por não querer ser comum demais, acabar sendo maçante.
E pensara, deveras.
Pensava, pensava, pensava. Escrevia pois, dessa forma, conseguia externar parte desse monte de informação desconexa que se processava na sua mente. Processar os medos e transformá-los em força pra continuar no mesmo pique. Ele não queria cair no marasmo e no lugar comum, e tirar essa "mágica" que cercava a conversa. Naquele momento apenas pensava em, por não querer ser comum demais, acabar sendo maçante.
E pensara, deveras.
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