o Silêncio.
Algo mais os supria naquele momento. Algo maior que qualquer conversa, que qualquer desejo, ou vontade dita. O que lhes deixava ali, parados, olhando um para o outro era exatamente a mesma coisa. O silêncio.
O silêncio que reconforta, que acalma a alma, que pacifica, que transcende, que regenera e revigora cada minuto da existência singular deles. Esse silêncio os levava a um momento em que nada mais do que a segurança, a confiança e a certeza de que os dois foram feitos pra viver momentos como esse.
E assim, às vezes entreolhando-se mas numa intimidade intrinseca e muda, ficavam.
O silêncio que reconforta, que acalma a alma, que pacifica, que transcende, que regenera e revigora cada minuto da existência singular deles. Esse silêncio os levava a um momento em que nada mais do que a segurança, a confiança e a certeza de que os dois foram feitos pra viver momentos como esse.
E assim, às vezes entreolhando-se mas numa intimidade intrinseca e muda, ficavam.
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