<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar/3244459?origin\x3dhttp://mentedesconexa.blogspot.com', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

Mente Desconexa

é tudo muito bonitinho até o capítulo dois.

...Ele tomou noção da verdadeira importância dela num desses finais de semana nos quais não se faz nada, mas nada mesmo.
E foi então, que ao ouvir um pedaço de letra de uma musica do Gram, ele se tocou. Ela não pertencia a ele. Ela nunca fora dele. Eles nunca se pertenceram, de fato. Tudo que ele pensara era apenas mais uma grande ilusão, ou pelo menos era isso que a mente dele tentava mostrar ou aceitar no momento.
Ele senta. De cabeça baixa, ameaça um choro. "Outra ilusão, como sempre", "Eu deveria ter previsto que tudo ia acabar assim". A garganta lhe vencia a luta pra aguentar sem choro, mas como?
Essa sensação de impotência e fragilidade diante de situações como essa lhe deixavam um tanto preocupado. Mas o mais engraçado de tudo isso é que essas sensações já não lhe eram estranhas. Talvez por isso não chorar. Talvez por isso pensar um pouco melhor. Talvez.
« Home | Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »

» Postar um comentário