E todo aquele furor, toda aquela excitação se resumia em uma única palavra: o Gostar.
E se gostavam muito, de fato.
Ela, dizia o quanto ele era importante na vida dela. O quanto mudou após ele ter aparecido, o mundo, como esse mundo mudou após a sua "presença". Ela costumava falar que não era muito de eu te amos e adoro-tes, mas com ele era diferente.
Ele, dizia como ela tinha feito a vida dele ficar melhor ao ver aquele sorriso. O quanto o alegrava saber que, todos os dias ele veria, aquele sorriso lindo e cativante, de um jeito ou de outro. Ele era só sentimentalidade, aquele sentimento que corroía-lhe o peito ia além. Começava a acreditar que sentia isso por alguém real, e não mais por seres absortos de sentimentos para com ele.
Sentimentalidades recíprocas, era o que sentiam um pelo outro. Um adorar, tão grande que chegava a pulsar o peito. A simples troca de palavras era o suficiente para que sentissem-se melindrados diante de tamanho gostar, tamanho adorar.
Mas tanto sentimento fazia com que ela ficasse com medo. Não sabia o quanto se gostavam, ou se esse gostar era realmente aquilo que se mostrava ser. Tinha medo de que toda aquela história, todo aquele romance que começara de forma tão inusitada não terminasse de uma forma abrupta.
A insegurança, sim, essa tomava conta do ambiente, em certos momentos de ausência.
A incerteza, talvez.Talvez essa incerteza não seja um mau sinal. Talvez seja até bom. Talvez.
Mas ela espera que tudo isso não seja só mais um sonho agradável.
E se gostavam muito, de fato.
Ela, dizia o quanto ele era importante na vida dela. O quanto mudou após ele ter aparecido, o mundo, como esse mundo mudou após a sua "presença". Ela costumava falar que não era muito de eu te amos e adoro-tes, mas com ele era diferente.
Ele, dizia como ela tinha feito a vida dele ficar melhor ao ver aquele sorriso. O quanto o alegrava saber que, todos os dias ele veria, aquele sorriso lindo e cativante, de um jeito ou de outro. Ele era só sentimentalidade, aquele sentimento que corroía-lhe o peito ia além. Começava a acreditar que sentia isso por alguém real, e não mais por seres absortos de sentimentos para com ele.
Sentimentalidades recíprocas, era o que sentiam um pelo outro. Um adorar, tão grande que chegava a pulsar o peito. A simples troca de palavras era o suficiente para que sentissem-se melindrados diante de tamanho gostar, tamanho adorar.
Mas tanto sentimento fazia com que ela ficasse com medo. Não sabia o quanto se gostavam, ou se esse gostar era realmente aquilo que se mostrava ser. Tinha medo de que toda aquela história, todo aquele romance que começara de forma tão inusitada não terminasse de uma forma abrupta.
A insegurança, sim, essa tomava conta do ambiente, em certos momentos de ausência.
A incerteza, talvez.Talvez essa incerteza não seja um mau sinal. Talvez seja até bom. Talvez.
Mas ela espera que tudo isso não seja só mais um sonho agradável.
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