Tudo pra ele era muito normal.
Lidar com tudo aquilo, para ele, não passava do trivial. Mas existiam pessoas que se importavam com isso. Por mais simples e banais que fossem as suas atitudes, elas refletiam nessas pessoas de uma forma que havia uma admiração e um amor silencioso que pairava no coração delas.
Ele continuava achando tudo muito comum, pois por motivos próprios mantinha essa linha de respeito que divergia do "comum tratamento" de muitos. Ele não achava essa qualidade algo que fizesse dele um ser excepcional, como percebera com o tempo que passava. Mas alguns corações ao redor explodiam em ternura ao vê-lo por perto.
Ele nunca tinha ligado muito para o seu comportamento até que o viessem dizer, com todas as letras, "mas você é o único que repara desse jeito em mim"... E isso pra ele era algo muito novo, um tanto misterioso.
Não conseguira decifrar até então o que fazia de tão especial. Até porque sua conduta era a que ele pensava ser a que todos deviam fazer, mas que com o tempo ninguém mais fazia.
"Mas porque eu seria especial?", perguntava ele pra si mesmo todos os dias.
A resposta veio parafraseada de um grande autor de tempos atrás:
"Tu és eternamente responsável por aquilo que cativas."
E então ele percebeu.
Lidar com tudo aquilo, para ele, não passava do trivial. Mas existiam pessoas que se importavam com isso. Por mais simples e banais que fossem as suas atitudes, elas refletiam nessas pessoas de uma forma que havia uma admiração e um amor silencioso que pairava no coração delas.
Ele continuava achando tudo muito comum, pois por motivos próprios mantinha essa linha de respeito que divergia do "comum tratamento" de muitos. Ele não achava essa qualidade algo que fizesse dele um ser excepcional, como percebera com o tempo que passava. Mas alguns corações ao redor explodiam em ternura ao vê-lo por perto.
Ele nunca tinha ligado muito para o seu comportamento até que o viessem dizer, com todas as letras, "mas você é o único que repara desse jeito em mim"... E isso pra ele era algo muito novo, um tanto misterioso.
Não conseguira decifrar até então o que fazia de tão especial. Até porque sua conduta era a que ele pensava ser a que todos deviam fazer, mas que com o tempo ninguém mais fazia.
"Mas porque eu seria especial?", perguntava ele pra si mesmo todos os dias.
A resposta veio parafraseada de um grande autor de tempos atrás:
"Tu és eternamente responsável por aquilo que cativas."
E então ele percebeu.
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