Mens Sana in Corpore Sano
Bom, hoje escreveria mais sobre música, talvez minhas considerações sobre o CD Acústico Sandy e Júnior, mas ao parar no perfil de uma amiga minha, me deparei com isto: A Beleza Idiotizada, feita por alunos da UFRN, o qual a amiga supracitada havia linkado em seu perfil. Com um nome interessante e depoimentos de pessoas comuns, dessas que vemos todos os dias, se traça um perfil da alienação que predomina no conceito de beleza brasileiro, e acredito que, de certa forma, esteja presente tanto aqui como em outros países também.
Infelizmente lidamos hoje com esse massacre da mídia, seja em jornais, novelas, programas de auditório imbecis, enfim, em todo lugar. Especialmente na TV aberta, esses perfis são traçados com muito mais clareza, onde qualquer olho um pouco mais crítico já nos leva a enxergar o quão absurdo essas tipificações e "normatizações" do que deve ou não ser seguido ou feito nos invade com tamanha força que por vezes não notamos o quão inconscientemente alienada nossa mente se torna.
Reality Shows, Novelas (não tão somente as globais), reportagens... Muitas as formas encontradas por eles de escancarar a seguinte premissa: "Seja do jeito que ensinamos, faça tudo do jeito que fazemos, ou você nunca será aceito". E assim muitas pessoas vivem, aceitando essa mensagem implicita de forma implacável. São milhares os produtos, as justificativas, o quanto a beleza te torna inesquecível, insuportávelmente popular e querida, como se o segredo da felicidade viesse de pequenos frascos de um produto qualquer. Como se todos ao seu redor dissessem: "Ei, idiota, use-me e será sempre o mais querido, voraz, insaciável ser humano da face da terra!"
Essa luta desenfreada para que sejam todos aceitos num mundo de plástico é tão assassina quanto o uso excesso de drogas ou coisas do gênero. Vidas perdem-se, famílias se despedaçam - nada mais natural, tendo em vista a falta de diálogo quase que natural hoje em dia - e dia após dia o mundo se assusta, se choca, reclama mudanças de atitude e continua do mesmo jeito que um dia antes de tudo acontecer: Estática. A consciência pesa; não se consegue dormir por um dia ou se perturbam por algumas horas; essa mesma consciência apita por alguns dias mais e depois de um mês você já voltou ao seu velho invólucro. Naturalmente.
Hoje, de fato, o que não falta são casos de Anorexia, pessoas que promovam-a mundo a fora. Pede-se um corpo saudável - que tipo de saúde é essa? -, um físico perfeito, curvas delineadas, abdomens sarados. Mas eu pergunto: A troco de quê?
Não repudio a estética, a beleza, a preocupação que se tem consigo mesmo. Se existem meios de melhorar a auto-estima, que as mesmas sejam aproveitadas. Sem exageros. Tampouco repudio a mídia, porém, hoje em dia é voz corrente que ganha-se muito mais dinheiro com tragédias do que com educação...
Infelizmente lidamos hoje com esse massacre da mídia, seja em jornais, novelas, programas de auditório imbecis, enfim, em todo lugar. Especialmente na TV aberta, esses perfis são traçados com muito mais clareza, onde qualquer olho um pouco mais crítico já nos leva a enxergar o quão absurdo essas tipificações e "normatizações" do que deve ou não ser seguido ou feito nos invade com tamanha força que por vezes não notamos o quão inconscientemente alienada nossa mente se torna.
Reality Shows, Novelas (não tão somente as globais), reportagens... Muitas as formas encontradas por eles de escancarar a seguinte premissa: "Seja do jeito que ensinamos, faça tudo do jeito que fazemos, ou você nunca será aceito". E assim muitas pessoas vivem, aceitando essa mensagem implicita de forma implacável. São milhares os produtos, as justificativas, o quanto a beleza te torna inesquecível, insuportávelmente popular e querida, como se o segredo da felicidade viesse de pequenos frascos de um produto qualquer. Como se todos ao seu redor dissessem: "Ei, idiota, use-me e será sempre o mais querido, voraz, insaciável ser humano da face da terra!"
Essa luta desenfreada para que sejam todos aceitos num mundo de plástico é tão assassina quanto o uso excesso de drogas ou coisas do gênero. Vidas perdem-se, famílias se despedaçam - nada mais natural, tendo em vista a falta de diálogo quase que natural hoje em dia - e dia após dia o mundo se assusta, se choca, reclama mudanças de atitude e continua do mesmo jeito que um dia antes de tudo acontecer: Estática. A consciência pesa; não se consegue dormir por um dia ou se perturbam por algumas horas; essa mesma consciência apita por alguns dias mais e depois de um mês você já voltou ao seu velho invólucro. Naturalmente.
Hoje, de fato, o que não falta são casos de Anorexia, pessoas que promovam-a mundo a fora. Pede-se um corpo saudável - que tipo de saúde é essa? -, um físico perfeito, curvas delineadas, abdomens sarados. Mas eu pergunto: A troco de quê?
Não repudio a estética, a beleza, a preocupação que se tem consigo mesmo. Se existem meios de melhorar a auto-estima, que as mesmas sejam aproveitadas. Sem exageros. Tampouco repudio a mídia, porém, hoje em dia é voz corrente que ganha-se muito mais dinheiro com tragédias do que com educação...
19:09Que lindo. :*
Poderíamos conversar sobre isso por horas. :]
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