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Mente Desconexa

é tudo muito bonitinho até o capítulo dois.

Ah, a felicidade.

Dia desses me vi pensando exatamente nela. Coisas que realmente não costumam acontecer com frequência.

E o bom dessa felicidade é que ela vem desconexa, meio que pedindo pra que você construa o quebra-cabeça delas pra que você alcance a plenitude desejada.

A luz é baixa; o tempo, nublado; o coração pulsa ao som de qualquer coisa no ouvido; pensa-se, pensa-se, se pensa e repensa-se muita coisa.

E frasezinhas pequenas começam a pulular por todo o lado. A felicidade alcançada por eles. A sua felicidade.

A felicidade? Eu queria lhe dar como uma flor. Ou como um abraço, uma lembrança feliz de um tempo que há de vir e que já passou.

Pode ser que daqui há algum tempo não mais nos falemos, mas o sentimento sincero de felicidade mora aqui dentro.

E tem mais:

Isso vale pra todos, e pra ninguém. Pra qualquer um e, em algum casos, pra ninguém. Do rato ao coelho, do velhinho até o bebezinho, por favor, sejam felizes e vivam suas vidas. Pode parecer até discurso de quem não tem mais o que fazer, mas acreditem, a vida é mais do que um bom emprego, uma faculdade ou dinheiro. A vida é arriscar, tentar, acreditar que erros são apenas situações ultrapassáveis. Pois tudo isso - de longe - compensa a felicidade que vem por lá.

E espero que alguém venha a entender toda essa desconexicidade. Será que existe desconexicidade?
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